CRM/PR 41038
RQE 36620 | RQE 37774
Médica apaixonada pelo cuidado com as pessoas, formada em Medicina pela UEL e com residência em Pediatria e Alergia e Imunologia Infantil na USP de Ribeirão Preto. Atendo pacientes de todas as idades, com foco especial na saúde infantil. Possuo pós-graduação em Nutrição Clínica Pediátrica e Fitoterapia Clínica e atualmente faço doutorado em Imunologia Infantil na USP. Meu objetivo é oferecer um atendimento humanizado e baseado em evidências, promovendo mais saúde, qualidade de vida e bem-estar para cada paciente e sua família.

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Cuidar da imunidade e controlar as alergias é mais do que tratar sintomas, é preservar saúde, prevenir crises e garantir qualidade de vida.
A imunoterapia é um tipo de tratamento médico que treina o organismo para tolerar aquilo que causa alergia, reduzindo as crises alérgicas e deixando o paciente tolerante, praticamente como se não tivesse alergia. Em pouco tempo de tratamento, o organismo aprende a se defender melhor e fica tolerante por muitos anos.
Todas as pessoas que têm rinite alérgica, asma, dermatite atópica e sensibilização alérgica comprovada pelos exames de alergia. É a única forma de mudar a história das doenças alérgicas.
O tratamento da rinite alérgica vai muito além de apenas aliviar os sintomas. Ele deve ser personalizado, levando em conta a intensidade das crises, os gatilhos que provocam a reação e o histórico de saúde de cada paciente.
De forma geral, o cuidado envolve três pilares: evitar o contato com os alérgenos, utilizar medicamentos que controlem a inflamação e, quando indicado, iniciar a imunoterapia — tratamento que atua na causa da alergia, reduzindo a sensibilidade do organismo.
Cada caso exige uma avaliação cuidadosa para identificar os fatores desencadeantes e definir a melhor combinação de estratégias.
Em minha consulta, analiso o quadro clínico de forma detalhada para indicar soluções seguras e eficazes, que promovam alívio duradouro, qualidade de vida e bem-estar no dia a dia.
A imunidade não se fortalece com um único remédio ou solução rápida. O sistema imunológico é complexo e seu bom funcionamento depende de hábitos de vida equilibrados e, quando necessário, de tratamentos personalizados.
Em situações específicas, como deficiências nutricionais ou doenças que afetam a resposta imunológica, o médico pode indicar suplementação de vitaminas e minerais, imunomoduladores ou imunoglobulinas. Esses recursos, porém, só devem ser usados após avaliação criteriosa e exames adequados.
Para a maioria das pessoas, manter uma imunidade saudável significa investir no cuidado diário: alimentação balanceada, sono reparador, prática regular de atividade física, controle do estresse e vacinação em dia.
Durante a minha consulta, cada paciente recebe uma avaliação individualizada para identificar necessidades reais e orientar o caminho mais seguro para preservar e fortalecer a saúde.
Alergia alimentar é uma resposta exagerada do sistema imunológico a determinados alimentos e, na maioria dos casos, se resolve espontaneamente, principalmente nas crianças – mas isso depende do tipo de alimento envolvido, da gravidade das reações e das características individuais do paciente.
O tratamento atual é muito variável e pode incluir um período de exclusão, total ou parcial, do alimento suspeito, preferencialmente pelo menor tempo possível, para que logo seja avaliada tolerância. Mas, existem outros tratamentos que também treinam o organismo a tolerar o alimento, de forma natural ou artificial, e fazem com que o paciente tolere o alimento e tenha melhor qualidade de vida, como o teste de provocação de baixa dose, protocolos baked e dessensibilização oral.
Em minha consulta, realizo avaliação detalhada para confirmar o diagnóstico, orientar sobre a prevenção e discutir as opções de manejo mais adequadas, sempre com foco em segurança, qualidade de vida e bem-estar.
A caneta de adrenalina (autoinjetor de epinefrina) é um medicamento de emergência indicado para pessoas com risco elevado de anafilaxia — uma reação alérgica grave e potencialmente fatal.
Geralmente, o uso é recomendado para quem já apresentou anafilaxia anteriormente ou possui diagnóstico de alergias graves, como a certos alimentos (por exemplo, amendoim, frutos do mar, leite), picadas de insetos, látex ou medicamentos. Nessas situações, a reação pode surgir rapidamente e evoluir em minutos, tornando o acesso imediato à medicação essencial para salvar vidas.
Ter a caneta em casa, no trabalho ou em locais de uso frequente garante que, diante de uma emergência, a aplicação seja feita antes mesmo da chegada ao pronto atendimento, aumentando as chances de recuperação.
Em minha consulta, avalio cada caso de forma individualizada para identificar se há indicação de portar o autoinjetor, além de orientar sobre seu uso correto, forma de aquisição e cuidados de prevenção no dia a dia.
A asma é uma doença cronica das vias aéreas que pode causar tosse, falta de ar, aperto no peito e chiado, principalmente diante de um quadro agudo, como uma gripe. Porém, esses sintomas podem aparecer durante um exercício físico, uma gargalhada, ou mesmo na calada da noite, com tosse mesmo quando a pessoa está dormindo.
Antigamente, chamávamos de bronquite ou bronquite asmática, mas hoje sabemos que o nome correto é asma. É uma doença crônica que tem controle, e o paciente pode viver como se não tivesse essa doença.
Em minha consulta, realizo avaliação detalhada para compreender o histórico e o perfil de cada paciente, elaborando um plano de tratamento personalizado que permita respirar melhor e viver sem limitações.
Depende! Na maioria dos casos, não! Esses sintomas são compatíveis com urticária crônica, uma doença da pele que causa inchaço, vergões e coceira e que pode aparecer em qualquer idade. A investigação é fundamental, pois é uma doença que tem tratamento, garantindo maior qualidade de vida ao paciente.
A reposição de imunoglobulina é um tratamento indicado para pessoas com imunodeficiências — condições em que o organismo não produz anticorpos suficientes para se defender de infecções. Ela fornece anticorpos prontos, obtidos a partir do plasma de doadores saudáveis, ajudando a reforçar temporariamente o sistema imunológico.
O tratamento pode ser feito de duas formas:
Via intravenosa (IVIG): aplicada diretamente na veia, geralmente em ambiente hospitalar ou clínico, com intervalos mensais.
Via subcutânea (SCIG): aplicada sob a pele, permitindo doses menores e mais frequentes ou então, doses mensais, também administradas em ambiente supervisionado.
A frequência e a via de administração são definidas pelo especialista, de acordo com a necessidade de cada paciente.
Em minha consulta, avalio detalhadamente o histórico e os exames para indicar se há necessidade da reposição, além de acompanhar de perto a resposta ao tratamento, garantindo segurança e eficácia em cada etapa.
A escolha do melhor teste de alergia depende do tipo de reação apresentada, da história clínica e dos sintomas de cada paciente. Não existe um exame único que sirva para todos os casos — por isso, a avaliação médica é fundamental para definir o mais indicado.
Entre os métodos mais utilizados estão:
Teste cutâneo (prick test): pequenas quantidades de alérgenos são aplicadas na pele, geralmente no braço ou nas costas, para identificar reações imediatas. Teste rápido, feito no consultório, com uma pequena lanceta. Não é utilizada agulha.
Teste intradérmico: pequenas quantidades do alérgeno são injetadas sob a pele, indicado para investigações mais específicas, como alergias a medicamentos.
Exames de sangue (IgE específica): medem a quantidade de anticorpos IgE contra substâncias suspeitas, sendo úteis quando não é possível realizar testes cutâneos.
Testes de contato (patch test): aplicados para diagnosticar dermatites de contato, como alergias a produtos de beleza, cosméticos, esmaltes, tecidos, bijuterias entre outros, para avaliar reações tardias.
Cada exame tem indicações e limitações, e o resultado precisa ser interpretado junto ao histórico clínico. O exame sozinho não faz diagnóstico de alergia.
Em minha consulta, analiso detalhadamente os sintomas e antecedentes para indicar os testes mais adequados, garantindo um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.